Aquela mesma menina tão doce quanto uma brisa
Mais que pode ser tempestade
Basta ela precisar mostrar sua força
Transpondo muros e obstáculos quaisquer
E, ainda assim
Sem perder sua graça.
Não que a flor, eleita “a flor”
Seja a mais bela
Visto comparada ao ser, um anjo
Que de tanto o encanto
Tornou a Terra mais viva
Com a destreza de um sorriso de mulher.
“As aves que aqui gorgeiam”
Tão só, e, apenas tentam imitar
A voz de alguém que não exige ser intérprete
Do candor, o soar afagante
Aos ouvidos espectadores de sua fala.
Muitos vem ao mundo estrear a peça da vida
Enquanto quê, alguém assim
É a própria obra do onipotente criador
A contracenar com os meros coadjuvantes
Donde expõe o primor de ser uma estrela.
Marcone da Silva Pereira, Conceição do Jacuípe, Bahia, Brasil
03 de outubro de 2017.
Um pequeno mimo à minha grande amiga, Izabela Assunção.
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