A serenidade única de tão sublime
O brilho que estrela alguma possuíra
Uma clareza lúcida que se imprime
Diante de quem tivera observado.
Um calor que nem se quer arde ou queima
Apenas acalma e abranda
Seja esta luz que deveras teima
Em deitar-se à face e deleita
Até mesmo os anjos.
Não que sejas, mas tenhas
Acompanhando um sorriso
Em teu belo rosto que os cabelos emolduram
Tornando-te o sinônimo do paraíso
Fazendo até ouvir o som de guizos
Tilintando ao sabor do vento.
Se precisares terás minha ajuda
Para que te mantenhas desta forma
Pois como a qualquer ser vivente
Te prometo os motivos da felicidade
Para que ilumines aos outros
Com teu olhar e riso como um norte.
Marcone da Silva Pereira, Conceição do Jacuípe, Bahia, Braasil
06 de janeiro de 2013.
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