O sol no céu parado
Impedindo a vinda da lua
Deixando a noite nua
Nem as estrelas podem brilhar.
Para quebrar toda essa melancolia
Nem antecipada ou tardia
A razão de tudo mudar
E do meu “mundo” correr nos trilhos,
Uma locomotiva a todo vapor.
Pareço confuso eu confesso
Mais qual a razão nisso tudo?
Eu grito calado com uma força descomunal.
Mesmo assim apenas o sol não muda
Continua iluminando da mesma forma aquele rosto
Ainda assim não consegue ofuscá-lo
Pois, nesse rosto há um imenso sorriso,
O meu solstício.
Admito, é paixão
É loucura, é razão,
O calor e o frio num mesmo instante
E volto a perguntar e ser redundante,
Qual a razão disso tudo?
Marcone da Silva Pereira, Conceição do Jacuípe, Bahia, Brasil,
09 de janeiro de 2013.
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