Aqui onde os mortais habitam
Há sempre alguém invejado pelo maior astro
Vindo a nós a cada alvorada.
Dias, dias, infinitos os passeios do sol
Que ás noites volta ao seu repouso sob a penumbra da noite
Seu crepúsculo nos diz apenas “até logo”.
Às vezes há de se perceber o retorno galante
Já rotineiro desde o início dos dias
Que alguém dá tons de cores especiais
À luz que nos aquece até que caia a noite logo vindoura,
Tem motivo singelo, belo.
Quando se nota quem traz o brilho a mais
Parece ser outro sol aqui da terra
Percebe-se então que ele vem
Brindar à vida especial de alguém
Daquele anjo menina.
Marcone da Silva Pereira, Conceição do Jacuípe, Bahia, Brasil
26 de agosto de 2022.
Um texto em reverência à formidável Miriam Carvalho.
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