A qual não esperava ver percorrer seu sangue
Mesmo tanto o tempo tendo sido o pretérito
Que quando o era, perfeito estava
Tão, de uma forma, que não fora apagado
Mesmo quando devia estar sepultado
Na história de dias passados.
E os sonhos que tiveram sido vividos à noite?
Noites essas que a mente grita silenciosamente
O desejo mais latente
Da pobre alma aquém, refém, de uma pintura
Obra feita de carne e sangue.
Marcone da Silva Pereira, Conceição do Jacuípe, Bahia, Brasil
18 de janeiro de 2019.
Nenhum comentário:
Postar um comentário