A lei da selva de pedra
É deveras cruel e desumana
Que o ato de importar
Não é mais importante nessa vida mundana
Na qual muitos se sufocam e calam
Em baixo dos pés de quem manda.
Tem que haver força e luta
Vontade de protestar
Seguir caminhos pedregosos
Uma jornada longa a marchar
Em busca de sonhos e metas,
Futuro e liberdade alcançar.
A prisão que cativa o homem
Nele mesmo está sediada
A vontade que tem então
É hoje uma pequena e fraca chama
Que precisa apenas de lenha
Pra queimar e ficar alvoroçada
Se acender, ascender além de qualquer limite
Desejar, em fim, ser livre.
É deveras cruel e desumana
Que o ato de importar
Não é mais importante nessa vida mundana
Na qual muitos se sufocam e calam
Em baixo dos pés de quem manda.
Tem que haver força e luta
Vontade de protestar
Seguir caminhos pedregosos
Uma jornada longa a marchar
Em busca de sonhos e metas,
Futuro e liberdade alcançar.
A prisão que cativa o homem
Nele mesmo está sediada
A vontade que tem então
É hoje uma pequena e fraca chama
Que precisa apenas de lenha
Pra queimar e ficar alvoroçada
Se acender, ascender além de qualquer limite
Desejar, em fim, ser livre.
Marcone da Silva Pereira, Conceição do Jacuípe, Bahia, Brasil,
14 de setembro de 2012.
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